Eu cheguei até aqui para morrer em minhas orações
No silêncio deste quarto solitário
Aos poucos eu começo a encontra meu equilíbrio
Mas ainda existe muita dor para sentir
Você me estende as mãos e ainda me sinto distante
Não consigo alcançar nada nessa escuridão
E mesmo assim eu tento sonhar
Fantasmas de um lar que nunca tive
Nunca me deixarão seguir em frente
Dentro de cada lembrança esculpida em meu passado
Descansa uma lágrima de sangue
Memórias doentes do que um dia eu fui
E de tudo o que eu perdi
Dentro de cada lembrança pintada na parede
Descansa um sonho quebrado
Desejos de um dia que nunca existiu
E tudo o que eu poderia ser
Você é minha lua cheia nas noites mais sombrias
Você é o uivo dos lobos que escuto no horizonte
Fique ao meu lado até que tudo isso acabe
Ou seremos destruídos pelo que somos
Aos poucos os segredos vão nos consumir
Os fantasmas que me fazem pensar no lar
Aquele abrigo que eu nunca tive
Dentro de cada lembrança esculpida em meu passado
Descansa uma lágrima de sangue
Memórias doentes do que um dia eu fui
E de tudo o que eu perdi
Dentro de cada lembrança pintada na parede
Descansa um sonho quebrado
Desejos de um dia que nunca existiu
E tudo o que eu poderia ser
Agora temos páginas em branco
Músicas nunca tocadas
Quadros não pintados
Estamos prontos para as novas composições
Ou dançaremos as velhas melodias?
Dentro de cada lembrança esculpida em meu passado
Descansa uma lágrima de sangue
Memórias doentes do que um dia eu fui
E de tudo o que eu perdi
Dentro de cada lembrança pintada na parede
Descansa um sonho quebrado
Desejos de um dia que nunca existiu
E tudo o que eu poderia ser
por: Willian Quennehen
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