Sol de inverno
Aquecendo meus sonhos quebrados
Alimentando falsas esperanças
Enquanto ainda brilham os olhos de minha criança
Como eu desejei estar aqui
E agora só queria fugir pra longe
Além de todas as dores
Rumo a um infinito vazio
Onde eu possa ser mais que apenas uma poesia
Pobres flores mortas
Perfumando meu caminho
Arruinadas por cada mentira
Que mascara a minha faceTudo o que eu sempre construo
É mais fraco que a mim mesmo
Não resiste ao tempo
De minha existência
Um cemitério de canções em ruínas
Isto é tudo o que vejo
O entardecer sangrando no horizonte
Não á retorno
Não é refúgio
Apenas lembranças
E minha inocência despedaçada no chão
Anjos cantam minhas sonhadas melodias
O último adeus que eu nunca direi
Segure firme minhas mãos
Que os santos digam amém
por: Willian
Quennehen

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