Diga meu nome
E me alimente com sua dor
É chegada a hora
De pagarmos o preço de nossa avareza
Com veneno e vinho
Suaves melodias para acalmar meu coração
O acalanto que tanto aguardo
Meus sorrisos são repletos de ferro
Ferro e fogo a ferir minha alma
Tanto tempo em orações banais
Esperanças que refletem meus medos
Dias de ira
Dias de dor
A fúria escorre pelos lábios
O meu véu do amor
Enfeitiçando meu olhar para a realidade
Assombrando meu flagelado coração
Dias de ira
Dias de medo
O orgulho alimentado meus lobos
Abram as cortinas do paraíso
Esta é a valsa composta pelo desejo
De amar meu ódio tanto quanto meu amor
Este é um compositor sem uma obra
Um poeta de rimas profanas
Ele ainda sonha com um conforto
Um colo que perdoe suas mentiras
Tão distante do lar
Ele sofrerá por cada sonho seu
Não há misericórdia
O que você busca no espelho,
Tola criança assustada?
O seu jardim está morto
E seus contos pútridos não comovem mais
Este é o meu último aviso
A dor não calará a sua ira
Por que chorar quando as armas cantam?
Por que sonhar quando as almas se deitam?
Por que amar um guerreiro covarde,
Viciado em sua cocaína poética?
Que meus demônios digam amém
Tanto tempo em esperanças banais
Medos que refletem meus erros
Dias de ira
Dias de dor
A fúria escorre pelos lábios
O meu véu do amor
Enfeitiçando meu olhar para a realidade
Assombrando meu flagelado coração
Dias de ira
Dias de medo
O orgulho alimentado meus lobos
Abram as cortinas do paraíso
Esta é a valsa composta pelo desejo
De amar meu ódio tanto quanto meu amor
Toda culpa sobre mim
Assim você estará liberto
Coloque toda a culpa sobre mim
Estes dias serão severos
Toda culpa sobre mim
Assim você estará liberto
Culpe-me por sua ignorância
Estes dias serão sombrios
E no despertar de sua arrogância
O tempo dirá o melhor adeus
Quando todos os filhos de mães promíscuas
Alimentarem um amor que é só seu
Que meus demônios digam amém
por: Willian Quennehen

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