Amor Irreal




Essa angústia que habita em mim
Meu veneno que alimenta minhas emoções
Estou tão cansado de sentir
Mas tenho forças para culpar você
Será que terá um fim?

Você não é responsável pelos meus sonhos
Nem pela realidade que eu quero enxergar
Apenas me faça parar
Antes que a dor me incendeie
Eu não posso me salvar

Não depende de você
Nada disso é sobre você
Mas é tudo por você

Quanto tempo eu levarei para alcançar a realidade?
Quão longe devo ir para encontrar a sanidade?
Culpando você
Não estou acusando você
Estou te libertando
De tudo o que eu sonhei
Meu amor irreal

Eu tento novos caminhos
Uma nova forma de reconhecer a vida
Mas me sinto viciado no erro
Nessa tentativa de ter o ideal
A utopia que eu criei
Você não pode me ajudar
Você não tem que ser o que desejei
Apenas deixe-me sangrar
E quando o vazio me dominar
Eu tentarei ser mais real

Só depende de mim
Eu faço por mim
Porque quero ser você

Quanto tempo eu levarei para alcançar a realidade?
Quão longe devo ir para encontrar a sanidade?
Culpando você
Não estou acusando você
Estou te libertando
De tudo o que eu sonhei
Meu amor irreal

Eu vivo um pesadelo dentro de meus sonhos

“Não existe uma forma de encarar tudo o que acontece em minha mente
Eu simplesmente desejo controlar o incontrolável
Preciso perder tudo o que amo para aceitar
Que a vida é um rio e só me resta nele navegar?
Eu tento – mesmo que não pareça
Mas eu desejo ver o melhor que você é
Cobrando altos impostos de um comércio desleal
Eu sou o pior de meus erros
E não me arrependi dele ainda”

Por que não podemos ser feliz com aquilo que nos alegra?
Eu vou reviver minhas piores lembranças
Buscando encontrar uma forma de dizer
Que te aceitarei com todos os seus fardos
Eu também sei errar

Podemos, eu e você
Recomeçar antes que termine
E minha ignorância destrua o que ainda iremos construir

Quanto tempo eu levarei para alcançar a realidade?
Quão longe devo ir para encontrar a sanidade?
Culpando você
Não estou acusando você
Estou te libertando
De tudo o que eu sonhei
Meu amor irreal

por: Willian Quennehen

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