A Corte Dos Tolos

Finalmente o que havia esquecido agora amanhece em mim
Um retorno triunfal do rei dos tolos e toda sua corte
O mesmo erro que permanece me fazendo buscar a sorte
E a dor que infla em meu peito como a sentença final

E tristes tem sido os dias em que me importo com o que já tinha perdoado
E tristes tem sido os meus pensamentos no silencio do anoitecer

Bem vinda seja a majestosa rainha
E tudo o que dela estive roubando
Em meio aos meus medos e tudo o que não vejo
Está a beleza que todos admiram
Bem vindo seja o tempo que a mim pertence
E tudo aquilo que nunca sonhei
Agora me cobro o que nunca quis conquistar

Eu sou o ouro que todos cobiçam
Eu sou a certeza que você precisa
Não me envergonho do orgulho que carrego
Me envergonho de ser mais do que você possa merecer

Façam as palavras voarem livremente
Um veredito para um guerreiro bastardo
Ferro e fogo dilaceraram minha alma
Ferro e fogo me fizeram vencer

E poucos são os momentos em que eu vejo quão grande eu sou
E poucas são as vezes que essa grandeza revelam minha insignificância

Bem vinda seja a majestosa rainha
E tudo o que dela estive roubando
Em meio aos meus medos e tudo o que não vejo
Está a beleza que todos admiram
Bem vindo seja o tempo que a mim pertence
E tudo aquilo que nunca sonhei
Agora me cobro o que nunca quis conquistar

E você o que vê através de meus olhos?
Cego demais para entender a minha dor
Sua segurança é não se importar para não sofrer
Uma covardia que contrasta com seu amor

E o que você espera que eu possa te provar?
Não vou me ferir por ser mais um na multidão
Agora chega o tempo em que cessa a minha ira
Agora chega a paz que confortará meu coração

Bem vinda seja a majestosa rainha
E tudo o que dela estive roubando
Em meio aos meus medos e tudo o que não vejo
Está a beleza que todos admiram
Bem vindo seja o tempo que a mim pertence
E tudo aquilo que nunca sonhei
Agora me cobro o que nunca quis conquistar

por: Willian Quennehen

Postar um comentário

0 Comentários