Se eu tivesse os olhos das crianças
Viria um mundo mais colorido
Teria o doce sabor da vida na voz
E cantaria eternas canções de ninar
Se eu tivesse a coragem do heróis
Enfrentaria cada lágrima com bravura
Entonaria gritos de guerra com honra
Cavalgaria nos verdes campos da esperança
E por que não ter,
Se o sonho não tem fim?
Esta é a obra prima de minha vida
Um reduto nos palácios da memória
Desertos gelados para almas perdidas
E o sopro de vida que ainda habita em mim
Se eu tivesse o amor de uma mãe
Abraçaria o mundo em minhas melodias
Seria acalanto a todos os poetas mortos
E a sombra mais fresca do Jardim das Ilusões
Se eu tivesse as asas de um anjo
Estaria além do meu por do Sol
Voaria para as Terras Brancas da Inocência
Em meio às histórias que nunca pude contar
E eu posso ter
Pois os sonhos não tem fim
Esta é a obra prima de minha vida
Um reduto nos palácios da memória
Desertos gelados para almas perdidas
E o sopro de vida que ainda habita em mim
Venha caminhar comigo
Entre as notas de nossa canção
O som que pulsa em minhas veias
A última parada antes da Terra do Nunca
Esta é a obra prima de minha vida
Um reduto nos palácios da memória
Desertos gelados para almas perdidas
E o sopro de vida que ainda habita em mim
por: Willian Quennehen
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