Silenciosa noite de inverno
O vento frio tocando almas solitárias
Uma vez renegado pelo mundo
Uma frágil criança busca um lar
Sem deixar rastros e nem sonhos
Ele caminha fitando o horizonte
Envenenado pela fúria de sua inocência
No amanhecer, o dia será um paraíso
Pobre criança caída
O fruto proibido de um amor em vão
Desejando por um lugar calmo
O leito de paz em meio ás feras
Pobre criança perdida
O fruto proibido de uma canção
Não há amigos além de seu coração
Alimentando esperanças com canções de ninar
Perdendo o jogo, sem perder a fé
Ele busca refúgio em braços estranhos
Lembranças vagas, memórias perdidas
Por um beijo de amor ele morreria
Por uma noite de sonhos ele viveria
Mas o mundo o abandonou em seu caminho
Com seu adorável coração e feridas incuráveis
Pobre criança e seus sonhos
Navegando em mares tão distantes
O jogo da vida é cruel
E todas as dores são reais
Pobre criança e sua fé
Olhos cansados pelo peso das lágrimas
Não há amigos além de seu coração
por:Willian Quennehen

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