O tempo está me sufocando
E estas malditas lembranças
Tempos bons vendidos por ouro velho
Mãe
Abrace-me enquanto ainda restam esperanças
Talvez isso mude
Mas nada será como antes
Luzes cintilando em meu céu noturno
O abrigo que ainda não encontrei
Meu Sol nascente
Morrendo sem queimar
Acima de todos os medos
Meu Sol poente
Enganando-me mais uma vez
Minha cura é meu próprio veneno
Olhos sangrando dores estúpidas
E um anjo vigiando meu sono
Guerras intermináveis em doutrinas perdidas
Paraíso desenhado em um cenário de fábulas
A poesia mais pura
Com o amanhecer, todo o resto se foi
Luzes cintilando em meu céu noturno
O conforto de um lar que nunca foi meuMeu Sol nascente
Morrendo sem queimar
Acima de todos os medos
Meu Sol poente
Enganando-me mais uma vez
Minha cura é meu próprio veneno
“Agora que eu abri meus olhos
Posso ver com clareza;
Mas por que ele foi escolhido?
Um coração puro dilacerado pelos lobos
E eu ainda estou salvo?”
Um sacrifício
Sorrisos manchados de sangue
“Em meio ás trevas de tudo o que eu vi
Eu encontrei segredos que o tempo nunca me contou
E tudo foi em vão
Por que chorar?
Agora eu posso caminhar em minha trilha
Sob o luar
Rumo a um horizonte de novas esperanças.”
“No fim,
Tudo era real.”
Meu Sol nascente
Morrendo sem queimar
Acima de todos os medos
Meu Sol poente
Enganando-me mais uma vez
Minha cura é meu próprio veneno
Meu Sol nascente
Morrendo sem queimar
Acima de todos os medos
Meu Sol poente
Enganando-me mais uma vez
Minha cura é meu próprio veneno
por: Willian
Quennehen

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