Templo Das Areias Do Tempo


Toque minha ira
Com uma bela melodia
E deixe esta dor me alimentar

Por que os filhos estão tão violentos?
A quem devemos culpar?
Seja esta a misericórdia dos profetas:
“Fé moribunda e um cálice de discórdia”

Liberte as amarras de minha alma
Deixe-me ser o melhor de mim
Liberte e sele as minhas lágrimas
Trilhas de rosas em meu jardim
O templo das areias do tempo


Saudações, navegantes
O que você tem visto em sua miragem de mentiras?
Eu quero mais e você não pode me negar
Viciados no ópio da nossa arrogância
A maldição dos deuses
Brindem o gosto da discórdia

Ás vezes precisamos de um pouco do ódio
Ódio e sofrimento pra nos lembrar do que perdemos

Liberte as amarras de minha alma
Deixe-me ser o melhor de mim
Liberte e sele as minhas lágrimas
Trilhas de rosas em meu jardim
O templo das areias do tempo


Senhor dos avarentos
Este é o circo dos horrores
Deixe as bailarinas dançarem
No embalo de palhaços do mal
Esta boca me acusa
“Você está condenado”
O fim sempre chega a todos
Por que eu seria o único contra?

Mate-me
Estupre-me
Odeie-me
Mas me faça cair
Sangre-me
Cura-me
Despida-me
Mas me faça subir
Além de tudo o que vi

O despertar do Sol ilumina a minha ignorância
Guiando o desejo para um caminho sem retorno

por: Willian Quennehen

Postar um comentário

0 Comentários