Serenata Polar

Rostos calmos
Pintados por mão dolorosas
Não há mais estrelas no céu
Apenas as histórias que tenho pra contar
Todas perdidas pelo tempo
Nas páginas de um livro empoeirado

Tolos corações
Desbravando selvas intocadas
Tudo em vão

Sem respirar
Lentamente perdendo o fôlego
Sem respirar

A corte dos tolos
E paredes envelhecidas pelo tempo
Acordes de guitarra
E o barulho do medo ecoando na cidade dos poetas mortos

Doces sonhos
E uma chave enferrujada
Tudo em vão

Sem respirar
Lentamente
Lentamente sem respirar
Sem respirar

por: Willian Quennehen

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