A sinfonia pelos mortos esperada
Tocada no lamento de um violino
Por tanto tempo lutou em vão
Este herói que agora descansa na covardia
Repouse nas memórias do tempo
O colo de uma prostituta
No ventre da inveja concebido
Na maior das mentiras
A coroa foi sua
Imperador da dor noturna
Milhões de lágrimas lavando sua alma
Agora encontras o maior tormento
No gélido beijo da morte
Só desejo ver as gaivotas voando livremente sobre o oceano
Tão distante quanto a dor possa me tocar
O infiel
Culpado por salvar seus próprios medos
Agora se rende a melodia
De um amor escrito sobre a sepultura
De todas as crianças primaveris
Ninho dos lobos
Em meio a trilha élfica
Este é o refúgio da esperança
Onde a noiva da Babilônia
Se casará com o rei do Sexto Selo
Liberte-me
E faça esta dor calar
Murmúrios em vão
Este jogo foi feito de todo o mal
Pra cessar todo o silêncio
Overdose de mentiras é delírio
Este é o lamento dos inocentes
O funeral do romance maldito
Sou a ruína de tudo o que compus
Meu poema morto
Liberte-me
E faça esta dor calar
Murmúrios em vão
Este jogo foi feito de todo o mal
Pra cessar todo o silêncio
Overdose de mentiras é delírio
Este é o lamento dos inocentes
O funeral do romance maldito
"Silêncio, doce criança
Esta é a última história
Não há heróis
Não há dragões
Apenas a memória
A dor que cala seus sonhos
É a mesma que me faz sonhar
Tudo é mentira
Tudo é desejo
Por um tempo que já passou
Agora enterre esta lenda
E tudo o que a ela pertence
Apenas guarde a última pétala
Da rosa morta que renascerá
De cada lágrima que eu derramei
Este é o fim."
por: Willian Quennehen

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