Assustado


Profundo pensamento silencioso gritando em mim
O mesmo gosto amargo agora queima por dentro
E depois de tudo eu continuo me culpando por nada
(Eles ainda olham pra mim)

Me envenene, me enfeitice
Mesmo o mais puro atravessou a dor
Me culpe, me julgue
Do mais insano pecado minha cura renascerá

Caçador pelo desejo por sangue e luxúria - tão vivo
Afogado profundamente nas minhas próprias ruínas - até o pó

Me julgue, me condene
Mesmo o Pastor não pode reter a chave de minha libertação
Me cura, me salve
Me envenene

Liberte-se disto, coloque a culpa em mim
Mesmo na morte eu manterei minha fé
Me acuse, coloque a culpa em mim
Até o fim eu venderei minha alma
Mas você não me verá falhar

por: Willian Quennehen

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