Pare de cantar
Pare de sorrir
Pare de acreditar
Sem mais flores nestes jardins
Agora o silêncio reina
Em meio a escuridão
Flocos de neve
Este é o último dia
Pare de odiar
Pare de fingir
Pare de chorar
Pare de fugir
O tempo já não importa
E todos os contos irreais
Em meio á minha trilha
Uma alma solitária
Este é o último dia
Já não importa mais
Nunca nada importou
Ao menos as palvras livres no ar
Ao tempo eu deixo
Onde nada realmente restou
Além da primeira vez...
por: Willian Quennehen

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