Profundo pensamento silencioso gritando dentro de mim
O mesmo gosto amargo agora queima em minha voz
E depois de tudo eu continuo me culpando por nada
(Eles ainda procuram por mim)
Me envenene
Me enfeitice
Nem mesmo o mais puro escapou da dor
Me condene
Me julgue
Do mais insano pecado minha cura renasce
Caçado pelo desejo de sangue e luxúria
Tão vivo
Afogado profundamente nas ruínas de minha alma
Até o pó
Me julgue
Me culpe
Nenhum pastor guarda a chave de minha liberdade
Me cure
Me salve
Me envenene...
O chamado...
Livre-se disto
O chamado...
Livre-se disto
Me acuse
Mesmo na morte manterei minha fé
Me culpe
Me condene
Até o fim venderei minha alma
Mas você não me verá falhar
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by: Willian Quennehen

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