O Sino


Os lobos caminham na trilha da Lua
Trazendo nos olhos toda a dor já esquecida
Onde o homem nunca dorme
Onde os sonhos viram medos
A mesa está posta aos inimigos
Ofereça um canto á todas as sereias
Para que possas morrer em paz
Covarde de duas caras
Traidor
Sua hipocrisia carrega o nome do Faraó
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Maldito!
6 anjos caíram de novo
Até que nada possa ser entendido
Perdido
6 selos no silencio
Ainda procuro entender o que nunca aprendi
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Este é o meu Santo Sepulcro
O amor dos tolos se torna um sacrifício
Pelo fim direi a todos que sonham ser um Deus:
"Todas as doces crianças fuzilaram a inocência"
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Maldito!
6 anjos caíram de novo
Até que nada possa ser entendido
Perdido
6 selos no silencio
Ainda procuro entender o que nunca aprendi
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“Não deixe homem algum tocar os céus
Derrube-os antes que a ultima chuva caia
Não há um fim para aquele que não dorme”
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É aqui que heróis e covardes se tornam pó
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Derrame o fogo no ópio de sua ignorância
Desafie os seus fantasmas com uma melodia
Corra
Através de oceanos jamais navegados
Abandone o reino dos tolos
Até que todos os poetas tenham perdido a esperança
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Maldito!
6 anjos caíram de novo
(Este é o primeiro sinal)
Até que nada possa ser entendido
Perdido
6 selos no silencio
(Este é o segundo sinal)
Ainda procuro entender o que nunca aprendi
Imperdoável
6 cavaleiros desonrosos
(Este é o terceiro sinal)
O Rei já não pode mais lutar pelos fracos
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Nunca mais
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6 anjos
6 selos
6 cavaleiros
7 é o número da perfeição
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Morra
Nunca mais
por: Willian Quennehen

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